sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Fuzarca da boa!


Tá chegando o dia! A Fuzzarca do Abreu vai ser neste sábado, dia 13 de dezembro, em Santa Rita do Passa Quatro.
Bom, a gente espera reunir, no mesmo espaço, exposição de artes e fotografia, teatro, gastronomia e, claro, muita música.
As bandas: Fuga em Massa (pop rock nacional dos anos 80), Sacarose Para os Pássaros (Beatles, Jovem Guarda, Tropicalismo e rock alternativo), Irmãos Neves, de Pirassununga (acústico) e banda Greyhound, de São Paulo, traz em seu repertório apenas músicas (pop/rock) que foram temas de filmes nos anos 70, 80 e 90, com telão exibindo trechos dos filmes escolhidos. Vai ter DJ também para o “fritadores” rsrs.
A Fuzzarca do Abreu vai ser Sítio Rola Abóbora (conhecido como sítio do Jacó). As 18 horas a gente já vai abrir, mas a coisa deve ferver mesmo a noite, na hora dos shows.
Os ingressos antecipados custam R$ 13,00... Garanta o seu!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Menos do Mais


Tem gente consegue extrair sempre “mais” do “menos”, mas o contrário também acontece. Alguns preferem – ou apenas se contentam – em tirar o “menos” do “mais”. Ai depende de você.
No jazz e no blues, muitas vezes o “menos” é “mais”. Uma nota do BB King pode arrepiar, enquanto as escalas e arpejos super-rápidos de muitos virtuosos causam, no máximo, um bocejo!
Mas no mundo da comunicação, o “mais” pode ter um significado amplo e subjetivo. “Mais”, pode ser sinônimo de informação completa e útil. O problema são os órgãos de imprensa que se acomodam e oferecem sempre o “menos”... Enfim, nesses casos, o comprometimento é sempre menor.
Claro, a imprensa mesquinha também oferece o “mais”, desde que ele atenda os interesses pessoais ou dos donos do poder...
Enfim, entre o jazz e a mesquinharia, eu fico com o primeiro. Afinal, que outro “menos” se torna “mais”, quando o critério envolve qualidade?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

MAIS DO MENOS


Na infância disputamos tudo. O melhor brinquedo, quem tira a maior meleca do nariz etc. Na adolescência a prática ainda saudável da competição ganha novos patamares, chegando ao meio esportivo e até a conquista da(o) garota(o) mais bonita(o).
Mas a concorrência na idade adulta é mais problemática. Envolve dinheiro e poder. Nem todas são leais.
Criança vê competição em tudo. Adolescente é ávido por rivalidade. Ambos estão crescendo e aprendendo com suas vitórias e derrotas. Mas na idade adulta, algumas experiências parecem que não valeram nada.
O adulto, aborrecido com um mau negócio ou acordo sem vantagens, desconta sua frustração com família, amigos e colegas de profissão. Vai se distanciando de tudo e de todos e descobre que a vitória de ontem se tornou a derrota de hoje.
Sozinho, sem amigos e com familiares distantes, o adulto descobre que aquela disputa por você promovida, foi desnecessária e poderia ter sido substituída por uma boa conversa. Afinal, pra que arrumar confusão por tão pouco?

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Ditadura aqui não, meu irmão!!


Um dos diretores da Cooperativa de Ensino e Cultura de Santa Rita (CEC), o Ademar (aquele que foi candidato a vereador pelo PT) esteve na redação esta semana para questionar o texto publicado pela Gazeta, na capa do Caderno Mais de sábado passado, sobre a brilhante 5ª colocação de uma aluna na instituição no concurso EPTV na Escola.
O diretor, usando de pouca cordialidade, quis saber quem havia mudado o texto originado da escola. Ele se referia principalmente ao fato da matéria ter citado também uma estudante de outra escola que, em 2002, ficou em primeiro lugar no mesmo concurso.
Então, aproveito a oportunidade para esclarecer alguns pontos:
1) Sou jornalista profissional (MTb 27697) e escrevo ou edito alguns textos para a Gazeta de acordo com a linha editorial aqui proposta;
2) O texto encaminhado pela escola foi modificado por mim, para se adequar as características propostas pelo Caderno Mais – o qual também criei, para separa assuntos como cultura, educação, esportes, laser, entretenimento etc de outras pautas do jornal, como política, economia ou notícias policiais;
3) O texto encaminhado pela escola foi moldado de forma a receber o “formato” editorial. Não que ele tenha vindo com algum erro grave em sua redação. Mas a o texto jornalístico difere, em alguns pontos dos produzidos no meio acadêmico, assim como outras áreas;
4) A menção a outra ganhadora do concurso é uma prática normal do jornalismo, que retoma alguns assuntos já passados que tenham ligação com o fato narrado no momento;
5) A escolha do fato passado, relembrado pela matéria, é critério do jornalista que a está redigindo;
6) O objetivo em citar um aluno de outra instituição NÃO FOI PROVOCAR OU PROMOVER CONCORRÊNCIA entre as escolas, mas sim SOMAR, colocando no mesmo patamar as instituições locais, que seria motivo de orgulho (e não ira) de quem vive e se dedica a educação na cidade.
7) Para finalizar. O que mais prezo na atividade de jornalista é a liberdade de expressão, conquistada à duras penas depois de anos de ditadura. Não são os interesses econômicos, pessoais ou políticos que irão pautar o meu trabalho como jornalista. Prefiro me prender a ética e a moral. Vou continuar assim. Quanto a escola -- ou a esse diretor -- só tenho a lamentar pela atitude demonstrada.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Money, it's a hit


Banco é a atividade mais lucrativa do mundo (ou, pelo menos, do Brasil). Duvido que algo lícito dê mais dinheiro que as instituições bancárias. Exemplo: por determinação do TSE, todo candidato que disputou as eleições 2008 teve que abrir uma conta corrente exclusiva para a campanha. Assim como os outros membros da minha coligação, eu abri a minha conta em um banco estatal. Em pouco mais de dois meses, recebi um talão de cheques, fiz apenas dois depósitos e dois cheques foram compensados. Quanto isso me custou? Exatamente R$ 44,00. A tarifa de manutenção da conta custou R$ 20,00 ao mês. Os depósitos custaram R$ 2,00 cada.
Para saber precisamente qual foi o lucro total do banco, com minha pequena aventura eleitoral, eu teria que calcular todos os seus gastos (funcionários, papeis, energia elétrica, telefone, publicidade etc.) Não tenho como fazer essa conta, mas imagino que tudo isso não custou 10% do que me cobraram. Ou custou?

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Obrigado, aos 38 amigos

Eu poderia ter me dedicado mais a campanha. Mas o tempo foi curto e o projeto CAZA é minha prioridade agora. De qualquer forma, agradeço muito a confiança dos 38 eleitores (mais o cinco que votaram na legenda do PV). Valeu a todos. Quanto ao futuro na política, ainda não sei, mas acho que minha missão é outra. Abraços a todos.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Não é pesquisa...


... mas dá para ter uma idéia do que a galera do "mundo virtual" pensa. Na comunidade de Santa Rita no "iorgute", uma enquete pergunta "Quem será o próximo prefeito de Santa Rita do Passa Quatro?". Eu olhei na manhã desta terça-feira (02/08) e tava assim: Zé Henrique e Maria Rita com 78 votos (58%); Mauro e Junior com 38 votos (28%) e Nelson e Doni com 18 votos (13%).
Como já disse, não é pesquisa e não deve refletir a "intenção de voto", já que a pregunta não é "em quem você vai votar".