quinta-feira, 16 de junho de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

Corpo e braço Squier










Para futuros projetos.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

domingo, 6 de setembro de 2009

futuro amp


Pretendo tornar isso um amp de guitarra. rsrs

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Sem comentários


Escondido atrás de uma assinatura simplesmente identificada como "a diretoria", alguém muito "simpático", pelo jornal, mandou o seguinte recado: "Quanto aos descontentamentos, eles existem em qualquer atividade profissional e todos têm o direito de buscar alegrias em outras paragens".
O sujeito que não teve coragem de assinar o nome, ao escrever tamanha grosseria, deveria pensar que essa resposta foi dado um "cliente" seu. Até quando vamos ter pessoas que se consideram o "todo poderoso" na direção das principais entidades municipais?
Essa simpática resposta veio de alguém que não foi homem para assinar o próprio nome, que respondeu a uma crítica minha a AASR, na coluna "Mais do Menos", da Gazeta. Como ele não assinou o nome, estou considerando que esse é o pensamento de toda a diretoria do clube. Infelizmente, porque eu ainda tenho muita consideração por pessoas lá de dentro!
Mas, entrando na onda das respostinhas, mando a minha ao cidadão: “se não aceita críticas, peça pra cagar e saia de fininho... fofo”.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Blues e pipoca


A sétima arte já dedicou quilômetros de película ao rock’n roll. O assunto ganhou tantos filmes, que seriam necessárias várias páginas apenas para enumerá-los. Mas e o Blues? O estilo, que foi “pai” do rock – e de 90% da música pop -- têm alguns filmes a seu respeito.
O mais clássico talvez seja “A Encruzilhada” (Crossroads, 1987), com o eterno karatê kid Ralph Macchio e Joe Seneca. Quem não se lembra do memorável duelo de guitarra entre Eugene Martoni (Macchio) e Jack Butler (Steve Vai) no final. Clássico!
Nos últimos anos, duas fitas remetem ao tema. “Entre o Céu e o Inferno” (Black Snake Moan), lançado no Brasil apenas em DVD, traz Samuel L. Jackson como um velho e decadente bluesman que convive com um problemão de uma garota branca e bem mais nova (claro que não vou contar a história).
Também de 2008 – mas previsto para chegar ao Brasil apenas em março deste ano – tem o excelente (sim, eu já assisti) “Cadillac Records”.Baseado na vida real de Muddy Watters, Little Walter, Howlin’ Wolf, Willie Dixon, Etta James e o roqueiro Chuck Berry mostram, através da fundação de uma gravadora, como o blues deu origem ao rock e como os brancos enriqueceram se apropriando a música negra. O filme é essencial não apenas para quem gosta de blues, mas para todos que querem entender um pouco da sua história.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

2009


2008 foi um ano interessante. As eleições municipais ratificaram o continuísmo e a lama vai continuar sujando o tapete passaquatrense. Mas vamos falar com coisas boas: o projeto CAZA ganhou corpo e alma. Em cerca de um ano, o Nando Scozzafave e eu (Chaves e Kiko) fizemos muito mais do que se imagina. Quem esteve na Fuzzarca sabe o que estou falando.
Fechamos o ano com um apoio considerado essencial. Dona Leila de Abreu, neta de Zequinha, deu seu aval ao nosso trabalho. Aliás, Dona Leila é sensacional. Ela apóia – agradecendo – qualquer iniciativa cultural que remeta a preservação do nome do “vovô”. E nós agradecemos a ela por isso.
No ano passado eu completei minhas 4 décadas de vida. Como todo homem passa por uma mudança drástica nessa idade, e eu não sou exceção, também mudei! Mas palma palma, não priemos cânico, eu apenas virei baixista. Nada mais do que trocar as seis cordas da guitarra pelas quatro do baixo. Ainda toco mal, mas vou melhorar, prometo. Agora que sou membro da Sacarose Para os Pássaros, vou ter que estudar muito para manter a tradição dos ótimos músicos que ocuparam minha vaga no passado. Não pretendo superar ninguém (música não é competição), mas gostaria de, pelo menos, igualar. Hard work!
Enfim, 2009 vai ser a continuação dessa epopéia (iniciada em papos de boteco), com novas ações e conquistas. Quem viver verá!
Happy new year!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Fuzarca da boa!


Tá chegando o dia! A Fuzzarca do Abreu vai ser neste sábado, dia 13 de dezembro, em Santa Rita do Passa Quatro.
Bom, a gente espera reunir, no mesmo espaço, exposição de artes e fotografia, teatro, gastronomia e, claro, muita música.
As bandas: Fuga em Massa (pop rock nacional dos anos 80), Sacarose Para os Pássaros (Beatles, Jovem Guarda, Tropicalismo e rock alternativo), Irmãos Neves, de Pirassununga (acústico) e banda Greyhound, de São Paulo, traz em seu repertório apenas músicas (pop/rock) que foram temas de filmes nos anos 70, 80 e 90, com telão exibindo trechos dos filmes escolhidos. Vai ter DJ também para o “fritadores” rsrs.
A Fuzzarca do Abreu vai ser Sítio Rola Abóbora (conhecido como sítio do Jacó). As 18 horas a gente já vai abrir, mas a coisa deve ferver mesmo a noite, na hora dos shows.
Os ingressos antecipados custam R$ 13,00... Garanta o seu!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Menos do Mais


Tem gente consegue extrair sempre “mais” do “menos”, mas o contrário também acontece. Alguns preferem – ou apenas se contentam – em tirar o “menos” do “mais”. Ai depende de você.
No jazz e no blues, muitas vezes o “menos” é “mais”. Uma nota do BB King pode arrepiar, enquanto as escalas e arpejos super-rápidos de muitos virtuosos causam, no máximo, um bocejo!
Mas no mundo da comunicação, o “mais” pode ter um significado amplo e subjetivo. “Mais”, pode ser sinônimo de informação completa e útil. O problema são os órgãos de imprensa que se acomodam e oferecem sempre o “menos”... Enfim, nesses casos, o comprometimento é sempre menor.
Claro, a imprensa mesquinha também oferece o “mais”, desde que ele atenda os interesses pessoais ou dos donos do poder...
Enfim, entre o jazz e a mesquinharia, eu fico com o primeiro. Afinal, que outro “menos” se torna “mais”, quando o critério envolve qualidade?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

MAIS DO MENOS


Na infância disputamos tudo. O melhor brinquedo, quem tira a maior meleca do nariz etc. Na adolescência a prática ainda saudável da competição ganha novos patamares, chegando ao meio esportivo e até a conquista da(o) garota(o) mais bonita(o).
Mas a concorrência na idade adulta é mais problemática. Envolve dinheiro e poder. Nem todas são leais.
Criança vê competição em tudo. Adolescente é ávido por rivalidade. Ambos estão crescendo e aprendendo com suas vitórias e derrotas. Mas na idade adulta, algumas experiências parecem que não valeram nada.
O adulto, aborrecido com um mau negócio ou acordo sem vantagens, desconta sua frustração com família, amigos e colegas de profissão. Vai se distanciando de tudo e de todos e descobre que a vitória de ontem se tornou a derrota de hoje.
Sozinho, sem amigos e com familiares distantes, o adulto descobre que aquela disputa por você promovida, foi desnecessária e poderia ter sido substituída por uma boa conversa. Afinal, pra que arrumar confusão por tão pouco?

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Ditadura aqui não, meu irmão!!


Um dos diretores da Cooperativa de Ensino e Cultura de Santa Rita (CEC), o Ademar (aquele que foi candidato a vereador pelo PT) esteve na redação esta semana para questionar o texto publicado pela Gazeta, na capa do Caderno Mais de sábado passado, sobre a brilhante 5ª colocação de uma aluna na instituição no concurso EPTV na Escola.
O diretor, usando de pouca cordialidade, quis saber quem havia mudado o texto originado da escola. Ele se referia principalmente ao fato da matéria ter citado também uma estudante de outra escola que, em 2002, ficou em primeiro lugar no mesmo concurso.
Então, aproveito a oportunidade para esclarecer alguns pontos:
1) Sou jornalista profissional (MTb 27697) e escrevo ou edito alguns textos para a Gazeta de acordo com a linha editorial aqui proposta;
2) O texto encaminhado pela escola foi modificado por mim, para se adequar as características propostas pelo Caderno Mais – o qual também criei, para separa assuntos como cultura, educação, esportes, laser, entretenimento etc de outras pautas do jornal, como política, economia ou notícias policiais;
3) O texto encaminhado pela escola foi moldado de forma a receber o “formato” editorial. Não que ele tenha vindo com algum erro grave em sua redação. Mas a o texto jornalístico difere, em alguns pontos dos produzidos no meio acadêmico, assim como outras áreas;
4) A menção a outra ganhadora do concurso é uma prática normal do jornalismo, que retoma alguns assuntos já passados que tenham ligação com o fato narrado no momento;
5) A escolha do fato passado, relembrado pela matéria, é critério do jornalista que a está redigindo;
6) O objetivo em citar um aluno de outra instituição NÃO FOI PROVOCAR OU PROMOVER CONCORRÊNCIA entre as escolas, mas sim SOMAR, colocando no mesmo patamar as instituições locais, que seria motivo de orgulho (e não ira) de quem vive e se dedica a educação na cidade.
7) Para finalizar. O que mais prezo na atividade de jornalista é a liberdade de expressão, conquistada à duras penas depois de anos de ditadura. Não são os interesses econômicos, pessoais ou políticos que irão pautar o meu trabalho como jornalista. Prefiro me prender a ética e a moral. Vou continuar assim. Quanto a escola -- ou a esse diretor -- só tenho a lamentar pela atitude demonstrada.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Money, it's a hit


Banco é a atividade mais lucrativa do mundo (ou, pelo menos, do Brasil). Duvido que algo lícito dê mais dinheiro que as instituições bancárias. Exemplo: por determinação do TSE, todo candidato que disputou as eleições 2008 teve que abrir uma conta corrente exclusiva para a campanha. Assim como os outros membros da minha coligação, eu abri a minha conta em um banco estatal. Em pouco mais de dois meses, recebi um talão de cheques, fiz apenas dois depósitos e dois cheques foram compensados. Quanto isso me custou? Exatamente R$ 44,00. A tarifa de manutenção da conta custou R$ 20,00 ao mês. Os depósitos custaram R$ 2,00 cada.
Para saber precisamente qual foi o lucro total do banco, com minha pequena aventura eleitoral, eu teria que calcular todos os seus gastos (funcionários, papeis, energia elétrica, telefone, publicidade etc.) Não tenho como fazer essa conta, mas imagino que tudo isso não custou 10% do que me cobraram. Ou custou?

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Obrigado, aos 38 amigos

Eu poderia ter me dedicado mais a campanha. Mas o tempo foi curto e o projeto CAZA é minha prioridade agora. De qualquer forma, agradeço muito a confiança dos 38 eleitores (mais o cinco que votaram na legenda do PV). Valeu a todos. Quanto ao futuro na política, ainda não sei, mas acho que minha missão é outra. Abraços a todos.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Não é pesquisa...


... mas dá para ter uma idéia do que a galera do "mundo virtual" pensa. Na comunidade de Santa Rita no "iorgute", uma enquete pergunta "Quem será o próximo prefeito de Santa Rita do Passa Quatro?". Eu olhei na manhã desta terça-feira (02/08) e tava assim: Zé Henrique e Maria Rita com 78 votos (58%); Mauro e Junior com 38 votos (28%) e Nelson e Doni com 18 votos (13%).
Como já disse, não é pesquisa e não deve refletir a "intenção de voto", já que a pregunta não é "em quem você vai votar".

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Clip e jingle da campanha

O Scozzafave e o Gui Z gravaram esse jingle pra minha campanha. A letra e a música é do Nando Scozzafave (tem gente que acha q o S. é de Saad). O videozinho, tosco, fui eu mesmo que fiz (hehehehe) só pra colocar no brógui... Entre tantas "sertonojas", axés e pagodes bregas, eu inovei e vou sair de rock'n'roll na avenida. Divirtam-se.

O Tico-Tico L.A.


Lançado nos EUA o CD de João Erbetta com a música de Zequinha de Abreu

Gravado em Los Angeles, disco instrumental traz influências da surf music

Cleber Octaviano

João Erbetta está radiante por dois motivos: acaba de nascer sua filha Martina e seu novo CD já está na praça: "The L.A Sessions", gravado em Los Angeles, na Califórnia.
Isso não teria nada a ver com Santa Rita do Passa Quatro, não fosse o fato do músico ser filho de santarritenses, ter muitos amigos na cidade e gravado a música "Tico-tico no Fubá" de Zequinha de Abreu.
Pena que o CD será lançado "fisicamente" apenas em território norte-americano. Mas pode ser conferido - para matar a vontade - via internet, no endereço http://cdbaby.com/cd/joaoerbetta. ou no iTunes.
Gravado pelo selo do próprio músico, o Monga Records, o CD "físico" terá distribuição da CD Baby, mas futuramente as músicas serão comercializadas em MP3, no site do próprio artista.
A divulgação, para publicações especializadas, como a revista Guitar Player, por exemplo, já está sendo feita. Em outubro também acontece um show de lançamento, em Washington, onde Erbetta mora.
Outros estão programados, com uma banda formada exclusivamente para o projeto, em outros locais, como a cidade de Nova York, por exemplo. O baterista, Brian Alpert, tocou com Danny Gatton, famoso músico de jazzy-country que cometeu suicido no início da década de 1990.

O CD
Para gravar "João Erbetta - The L.A Sessions", o músico atravessou os Estado Unidos de costa a costa. A escolha de um estúdio tão distante foi pela "vibe" do local, que possui equipamentos analógicos e músicos com a "linguagem" que o guitarrista procurava para o trabalho.
"Tico-tico..." foi gravada em fita de duas polegadas, com apenas guitarra (Fender Jaguar 1961), baixo e bateria. Tudo ao vivo. Ficou surf [music]", conta. O dono do estúdio, Pete Curry gravou a bateria e Richard d'Andrea, o baixo.
Com esses mesmos músicos, Erbetta pretende se apresentar na Califórnia em janeiro.

Projetos
João Erbetta já lançou os CDs Guitar Bizarre Vol. 1 e Vol. 2, além de trabalhos com sua banda Los Pirata. "Tô fazendo trilha pra TV e teatro aqui em DC, gravando mais um [CD] Guitar Bizarre, compondo e produzindo mais uma trilha de videogame, deve sair disco novo do Los Pirata", comenta. "E devo lançar pelo menos mais três projetos online pela Monga Records", revela o músico que ainda está produzindo duas bandas brasileiras e outros dois artistas americanos.

Publicano na Gazeta,Caderno Mais, dia 20 de agosto de 2008
Foto de José Meirelles Passos/Divulgação

Tanta coisa pra escrever...


... tão pouco tempo!!!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O último que sair, apague a luz.


Desde que o glorioso FHC e seus iguais decidiram privatizar o Brasil, que nós consumidores, contribuintes -- ou melhor, nós que sustentamos essa corja -- somos feitos reféns da ganância de empresas concessionárias de energia, telefonia, estradas, além dos bancos (esses merecem um capítulo a parte). Por exemplo, você já notou a facilidade para se adquirir um produto da concessionária de telefonia? É mais fácil que ganhar da seleção do Dunga. Agora, experimenta cancelar ou pedir uma mudança para uma modalidade que custa menos... Ai a canseira e o stress são certos! Quando vão mudar isso??? Ou melhor, quando a população vai se rebelar de verdade contra esses picaretas???
Nessas horas é que eu admiro nossos hermanos argentinos, que saem as ruas batendo panelas, brigam, boicotam, até que a injustiça seja desfeita. Agora, para o brasileiro, tendo samba, cerveja e futebol, o resto pode “explodir”.
Acho que vamos precisar de mais 500 anos para evoluir. Ou, o último que sair, apague a luz.